Nossa, Cloverfield é do caralho. Não é tão bom em si, nem traz histórias inovadoras. O mais legal é o jeito como ele foi feito – como um documentário.
Nas aproximadamente 1:15 de filme uma turma de amigos, que inicialmente estavam documentando a festa de despedida de um deles pro Japão, filmam o ataque de uma criatura gigante e feia em Manhattan – NY.
Com efeitos especiais soberbos, uma história que seria passada se não fosse o estilo-documentário, que realmente me deixou muito mais nervosa do que os filmes em 3ª pessoa, Cloverfield consegue levar o espectador pra dentro do enredo. Produzido por J.J. Abrams, o produtor de Lost. Quem sabe não o bicho não saiu da ilha direto pra Manhattan?
Só uma observação – ele pode causar pequenas dores de cabeça porque realmente o personagem não era um câmera profissional.
Bem, particularmente, eu achei Juno um filme leve, sensível, que ganhou muito pela interpretação dos seus atores. Como muita gente deve saber, ele ganhou o Oscar de melhor roteiro, e realmente a Diablo Cody (cara, eu naum consigo não pensar no jogo quando eu leio o nome dela, a tempo, não o nome de batismo…aliás, tava pensando nisso outro dia. Imagina se dois satanistas tem um filho e resolvem chamar ele de Lúcifer? Nossa, eu ia passar mal se eu conhecesse essa pessoa [sem possíveis ofensas...hahaha], mas pelo menos ele ia poder usar o proprio nome como nome artistico…igual a Diablo! A filha dela deve chamar Diablo 2: the lady of destruction…hauhaua) conseguiu tratar um assunto delicado como a gravidez na adolescencia de um jeito leve, com uma linguagem envolvente e engraçada.
e, UAU! Ao procurar imagens do tinhoso dos VGs, achei uma “novidade”. Talvez não tão nova, mas o blog é meu e eu posto o que eu quiser! Haha >:)
Vão lançar ou já lançaram ? o filme do DIABLO…na verdade a notícia é de Junho do ano passado :$ mas eu nunca ouvi falar desse filme, e nem o mininova. Então..ah, achei essa notícia aqui.
Voltando ao assunto, vou postar o trailer do Juno abaixo:
Uma das coisas que eu gostei é a forma sutil como chamam a atenção ao tema aborto. Sem muito bla bla bla religioso, uma garota consegue evitar que a Juno faça aborto dizendo que o feto já possuía unhas. Ou seja, mostra a ela que ele é um ser humano dessa maneira sutil, sem aquele alarde todo de que ela ia queimar no inferno ( voltamos ao Diablo ) ou que ela seria uma assassina. A decisão de não abortar ficou por conta dela mesma, que se sentiu tocada. Achei genial, por esse tema ser um tabu, a roteirista conseguir contornar ele assim.
Há várias coisas que são mostradas nesse filme. A reação dos colegas, o dilema de contar aos pais, o pesadelo do teste de gravidez, o drama de quem quer adotar uma criança. E o final, que ao contrário do que muita gente imagina, [spoiler]não é a garota assumindo o bebê e todos vivendo felizes para sempre[/spoiler]